sexta-feira, 17 de setembro de 2010

revolucao tecnologica

O trabalho é o foco central das reflexões de André Gorz. Ele vem acompanhando de perto as principais transformações que o trabalho vem sofrendo especialmente no último quartel do século XX. Gorz é um daqueles homens que aprendeu a transitar em diversas áreas do pensamento social (sociologia, filosofia, economia), o que lhe dá uma visão abrangente dos acontecimentos. Não se contenta com seguir caminhos já trilhados. Quando o faz é no sentido de caminhar para além, abrir novos atalhos, jogar novas luzes sobre temas antigos e novos, sempre para realizar aquilo que chama de “buscas de sentido”. Ou seja, não basta analisar a realidade, mas faz-se necessário realizar buscas de sentido para compreender a ação humana em cada momento da história.

Gorz debruça-se sobre a problemática do desemprego, o alcance da precarização do mundo do trabalho, a introdução e o impacto das novas tecnologias sobre a produção, bem como sobre a reorganização e a posição dos trabalhadores em relação aos empregos existentes.

Na compreensão de Gorz, o trabalho está inserido num sistema mais amplo, mais abrangente, a partir do qual se deve entender suas “metamorfoses”. O trabalho, tal como o entendemos hoje, deve sua natureza, suas funções e seus modos de organização, ao capitalismo. Não é possível pensar as transformações pelas quais está passando o trabalho, sem ter presente as dinâmicas do capitalismo e as características que este assume para manter, em tempos de mundialização (globalização para muitos), o controle sobre os trabalhadores.

O capitalismo passou a compreender o trabalho como emprego e a valorizar mais a este do que à quele (capítulo II). No entanto, no afã de acumular e de manter ou mesmo de aumentar os lucros, recorre à “revolução tecnológica” para cortar custos e, portanto, economizar trabalho vivo. Esta “racionalidade econômica” acaba por instaurar uma crise da sociedade do trabalho e que induz a uma crise da sociedade salarial.

1.1 A revolução tecnológica

Em 1983, em “Les chemins du Paradis”, Gorz chama a atenção para o fato de que a crise de crescimento que os países do Primeiro Mundo atravessavam não era uma crise passageira. Ela era o esgotamento do modelo de desenvolvimento baseado no crescimento infinito e na extensão das relações mercantis. Nem o industrialismo capitalista, nem o socialista “podem ser estendidos em escala planetária, por serem destruidores dos recursos naturais limitados e dos equilíbrios necessários para a continuação da vida”[1]. E isso nem os teóricos da direita nem os intelectuais da esquerda estavam compreendendo. Obcecados pelo crescimento econômico não se dão conta da profundidade e da natureza da crise em andamento. Na realidade, segundo Gorz, são dois séculos de história que estão sendo rompidos. Portanto, há algo de magnitude apenas “comparável à primeira revolução industrial” [2] em vias de tomar forma. Gorz estava se referindo à revolução micro-eletrônica.

A mundialização do capital é “favorecida pela revolução tecnológica”[3]. Ou seja, a globalização tal como se processa neste momento da história é tributária da revolução tecnológica surgida, sobretudo, na década de 1970. Sem os notáveis avanços nas áreas da micro-eletrônica, da automação, da computação, das comunicações, as grandes empresas transnacionais não poderiam ter feito o que fizeram. Ao mesmo tempo é preciso compreender o seu alcance para a organização e a natureza do trabalho.

Na origem desta revolução está a chamada “informação”. A informação não deve ser reduzida ao desenvolvimento tecnológico de comunicações, como a Internet ou a televisão, portanto, aos meios. A informação é também conteúdo, pois ela pode ser registrada, arquivada, calculada (‘computada’) em máquinas e artefatos que se tornam ‘informatizados’ e não automatizados, como se diz freqüentemente[4].

O último quartel do século XX foi testemunha de um amplo processo de automação ocorrido nas fábricas. A automação vem a ser algo qualitativamente diferente da simples mecanização. Por mecanização entende-se o trabalho físico realizado pelo homem por meio de uma máquina. Já a automação ocorre “quando a máquina realiza o trabalho humano, controlando as suas próprias operações e corrigindo os seus próprios erros”. Ou seja, a automação consiste “na substituição dos órgãos humanos de esforço, de memória e de decisão por órgãos tecnológicos”[5].

A revolução tecnológica, na perspectiva de Gorz, é fundamental para que hoje possamos falar em mundialização.

A mundialização não teria podido se desenvolver, nem sequer considerar-se, na ausência do potencial, em grande parte não explorado até esse momento, das ‘tecnologias da informação’. Se cada grande grupo não tivesse esperado obter uma participação suplementar no mercado mundial, tirando melhor e mais rápido proveito que os outros das possibilidades latentes que a revolução informática oferecia, é verossímil pensar que teria prevalecido a tendência à cartelização e a uma repartição do mundo por acordos de cartel [...].[6]

Gorz mostra como a revolução tecnológica foi vital para os interesses do capital. Este se apropria daquela para alavancar a continuidade e a exacerbação da concentração das riquezas e do poder[7]. Ou seja, a revolução tecnológica atende aos dinamismos do capitalismo[8].

1.1.1 Natureza da Revolução

Gorz é partidário daquele grupo de pensadores que - como Jacques Robin, Roger Sue, entre outros - acreditam que com as transformações tecnológicas em andamento não estamos entrando propriamente numa terceira revolução industrial. Antes, por suas características, seu impacto sobre o sistema produtivo, sobre a organização do trabalho e sobre a própria sociedade, convém que seja concebida como uma verdadeira “revolução”. Para ele, a robótica na indústria “possibilita uma economia ao mesmo tempo dos investimentos (capital constante fixo), da mão-de-obra (capital variável) e das matérias-primas. Esta é a radical novidade. Ela justifica plenamente a expressão ‘revolução micro-eletrônica’”[9]. É esta nova natureza da revolução que convém seja apreendida e compreendida para que se tenha uma correta visão da realidade e do rumo que os acontecimentos podem tomar, ou efetivamente estão tomando.

A revolução realça o aspecto da ruptura, da descontinuidade, do intervalo, ainda que as mudanças paradigmáticas não sejam vistas a olho nu no curto período de tempo[10]. Uma linha de pensamento - Gorz, Castells, Beaud, Neutzling, Pereira da Silva, para citar alguns - põe-se de acordo em que no final do século XX estamos vivendo uma dessas rupturas, isto é, que estamos presenciando uma revolução tecnológica e não simplesmente uma Terceira Revolução Industrial.

Qualquer revolução implica numa mudança de relações com a natureza e com os outros. Marx já havia chamado a atenção para o significado daquilo que estava ocorrendo na sua época e que teve a burguesia como elemento propulsor. Ela teve um papel extremamente revolucionário, afirma Marx.[11]

As transformações operadas afetam profundamente a produção, as condições sociais e culturais. Foi Polanyi, posteriormente, que pôs em evidência o alcance e a profundidade da revolução que culmina com a colocação no centro da sociedade do mercado e com ele da economia. A economia, de periférica que era, passa a ocupar o lugar de destaque nas sociedades modernas de mercado. Essa transformação altera os alicerces sociais, culturais e econômicos[12].

Assim, o que estamos vivendo no final do século XX, leva-nos a crer que se trata de uma revolução no sentido de que “um grande aumento repentino e inesperado de aplicações tecnológicas transformou os processos de produção e distribuição, criou uma enxurrada de novos produtos e mudou de maneira decisiva a localização das riquezas e do poder no mundo”[13].

As mudanças que se dão ao nível da produção, no chão da fábrica, entranham uma mutação cultural igualmente cheia de conseqüências. Duas delas são as mais importantes. A primeira é que “o tempo de trabalho não poderá mais ser a medida do valor de troca, nem o valor de troca a medida do valor econômico”[14]. A segunda é que “o salário não poderá mais ser função da quantidade de trabalho, nem o direito a uma renda ser subordinado à ocupação de um emprego”[15].

Essa “revolução” tem profundas conseqüências econômicas e sociais, pois significa que hoje se pode produzir mais em menos tempo[16], com menos trabalho[17], ao mesmo tempo em que se caminha para a desmaterialização dos produtos e do próprio trabalho.

A revolução da micro-eletrônica inaugura, portanto, a “era da abolição do trabalho”. E essa abolição deve ser compreendida num duplo sentido:

a) a quantidade de trabalho necessário decresce rapidamente até tornar-se marginal na maior parte das produções materiais e das atividades de organização; b) o trabalho não implica mais um face-a-face do trabalhador com a matéria. A transformação dessa última não resulta mais de uma atividade imediata completa e soberana.[18]

Segundo Méda, a riqueza é cada vez mais o produto de um conjunto de interações complexas entre os capitais, os sistemas de informação, o trabalho ‘das máquinas’ e o trabalho humano, no qual o trabalho humano não é o único produtor de riqueza. O trabalho humano é hoje tão imbricado no conjunto de máquinas e sistemas que a eficácia dessas não pode ser distinguida da sua.[19]

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O que é hepatite B

A hepatite B é uma doença contagiosa do fígado que varia de gravidade, de moderada durando algumas semanas, até grave para toda a vida. Essa doença é decorrente de infecção pelo vírus da hepatite B. Hepatite B pode ser aguda ou crônica. A Hepatite B aguda é uma doença de curta duração que ocorre dentro dos primeiros 6 meses depois da exposição ao vírus. A infecção aguda pode se transformar em crônica. A hepatite B crônica que uma doença de longa duração que ocorre quando o vírus permanece no organismo da pessoa.

A probabilidade da hepatite B aguda tornar-se crônica depende da idade na qual a pessoa foi infectada. Quanto mais jovem for a pessoa infectada pelo vírus, maiores serão as probabilidades dela desenvolver hepatite B crônica. Aproximadamente 90% dos bebês com menos de 1 ano de idade infectados desenvolverão hepatite B crônica. Para crinaças entre 1 e 5 anos de idade as chances de desenvolverem hepatite B crônica são entre 25-50%. Esse risco cai para 6-10% quando a pessoa infectada tem mais de 5 anos de idade.

A probabilidade da hepatite B aguda tornar-se crônica depende da idade na qual a pessoa foi infectada. Quanto mais jovem for a pessoa infectada pelo vírus, maiores serão as probabilidades dela desenvolver hepatite B crônica. Aproximadamente 90% dos bebês com menos de 1 ano de idade infectados desenvolverão hepatite B crônica. Para crinaças entre 1 e 5 anos de idade as chances de desenvolverem hepatite B crônica são entre 25-50%. Esse risco cai para 6-10% quando a pessoa infectada tem mais de 5 anos de idade.

hepatite 'b' previne-se!!!....

aluna Juliana....

Géssica...

é noiis!!!!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

arte e a pre historia do mato grosso do sul

Arte na Pré-História - Arte Rupestre - Arte PrimitivaHistória da arte na pré-história, as características da arte rupestre, pinturas em cavernas, arte primitiva dos povos nativos, representação artística do tempo das cavernas, esculturas primitivas, arte indígena.

O homem pré-histórico era capaz de se expressar artisticamente através dos desenhos que fazia nas paredes de suas cavernas. Suas pinturas mostravam os animais e pessoas do período em que vivia, além de cenas de seu cotidiano. Expressava-se também através de suas esculturas em madeira, osso e pedra. O estudo desta forma de expressão contribui com os conhecimentos que os cientistas têm a respeito do dia a dia dos povos antigos.Além da arte pré-histórica vista no parágrafo acima, há um outro tipo de arte primitiva: a realizada pelos índios e outros povos que habitavam a América antes da chegada de Cristóvão Colombo. Os povos: maias, astecas e incas são representantes da arte pré-colombiana. A história destes povos é contada através de sua arte (pinturas, esculturas e templos grandiosos, construídos com pedras ou materiais preciosos). Nos dias de hoje também é possível encontrar arte primitiva; alguns exemplos são as máscaras para rituais, esculturas e pinturas que são feitas pelos negros africanos. Há ainda a arte primitiva entre os nativos da Oceania e também entre os índios americanos, que fazem objetos de arte primitiva muito apreciados entre os povos atuais.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

>> Povos Indígenas
O índio que sempre esteve em harmonia com o meio ambiente sofreu muito com a chegada do homem branco. Ele saiu do isolamento em que vivia , esse convívio trouxe novos costumes o que descaracterizou e muito a sua cultura,. O contingente populacional indígena era em torno de 2 a 5 milhões na época do descobrimento do Brasil. Atualmente de acordo com dado fornecidos pela FUNAI ( Fundação Nacional do Índio ), essa população está reduzida a 220 mil habitantes concentrados principalmente nas regiões centro-oeste e norte do país.A colonização brasileira no início se concentrou no litoral tendo como primeiro contato os índios tupi, esses índios ensinaram aos portugueses o cultivo da mandioca e a utilização de vários utensílios. O contato com o homem branco introduziu na cultura indígena o uso da arma de fogo, criação de galinhas, bois e porcos.Os índios brasileiros vivem em aldeias independentes Cada aldeia tem seu chefe que conduz as migrações , determina as atividades diárias, lidera os índios em caso de guerra, procura manter as tradições e é também responsável pelo contato com outras aldeias e com o homem branco.Normalmente os índios brasileiros não acreditam na existência de um Deus supremo e sim numa série de figuras mitológicas que teriam criado os animais, as plantas e os costumes. Para os índios a arte não está separada da vida cotidiana e nem é uma atividade individual. A pintura corporal pode ser um enfeite, pode distinguir os grupos da sociedade ou indicar o estado de guerra na aldeia. A cor vermelha é extraída do urucum, o azul do jenipapo e o branco do calcário. Além dos desenhos no corpo, a pintura é usada nos trabalhos de cestaria e cerâmica. A arte plumária em geral é destinada a enfeites utilizados durante a realização de ritos e como ardonos na vida diária.As técnicas da fabricação da cerâmica foram desenvolvidas pelas sociedades indígenas de acordo com o nível de sua cultura e de suas necessidades básicas. A cerâmica não segue um padrão rígido, as peças podem adquirir diversas formas (circulares, quadradas, retangulares, irregulares,etc..), isso depende da cultura da tribo.Os principais povos indígenas que habitam ou habitaram o Pantanal são:O Paiaguás, hoje extinto, vivia no Pantanal quando os portugueses chegaram na região. Junto com o Guaikuru travaram batalhas, matando muitos portugueses. Foram perseguidos e aos poucos exterminados, não existindo atualmente nenhum registro de descendentes.
O Guaikuru eram aliados aos Paiaguás contra os portugueses, eles ofereceram grande resistência à povoação do Pantanal mato-grossense. Um tratado de paz em 1791 os declara súditos da coroa portuguesa. A partir do século XVIII, chamou-se guaikuru todos os indígenas do Chaco que compartilhavam sua língua.
Os Guatós foram considerados extintos até que em 1977 foi reconhecido um grupo na ilha Bela Vista do Norte. Eles vivem no pantanal dispersos ao longo dos rios Paraguai, São Lourenço e Capivara no município de Corumbá. Segundo a FUNAI em 1989 eram 382 índios.
Na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai está localizada a reserva de Amambaí, a segunda mais populosa do estado com 2.429 hectares e 4.544 índios, divididos em Guaranis Kaiowá e Guaranis Ñandeva. O sul do estado sofreu modificações em sua estrutura econômica, o aumento da produção de grãos como soja, arroz e trigo, e a modernização da pecuária fez subir o valor das terras, estimulando sua ocupação por fazendeiros. Os conflitos culturais prejudicam os índios, a parte mais fraca, e uma de suas conseqüências é a alta taxa de alcoolismo e suicídios registradas nas reservas da região. Essa área está demarcada e homologada desde 1991.
Os Bororo atuais são os Bororo Orientais, também chamados Coroados ou Porrudos e autodenominados Boe. Os Bororo Ocidentais, que foram extintos no final do século XIX, viviam na margem leste do rio Paraguai, onde no início do século XVII os jesuítas espanhóis fundaram várias aldeias de missões. Amigáveis serviam de guias aos brancos, trabalhavam na fazendas e eram aliados dos bandeirantes. Desapareceram pôr causa das doença e dos casamento mestiços. Os Bororo Orientais habitavam um território que ia da Bolívia a oeste, ao rio Araguaia a leste, do rio das Mortes ao norte ao rio Taquari ao sul. Eram nômades e indomáveis, o que dificultava a colonização. Várias expedições para exterminá-los foram organizadas. Estimado na época em 10000 índios os Bororo sofreram guerras e epidemias até sua pacificação no fim do século XIX, quando contavam com 5000 índios. Nas colônias em contato com os soldados, a promiscuidade, o consumo de álcool e as doenças sua população foi ainda mais reduzida. Entregues aos salesianos para serem catequizados em 1910, os Bororo somavam 2000 índios. Em 1990 com uma população de aproximadamente 930 pessoas viviam em pequenas áreas indígenas nos municípios de Barra do Garça, Barão de Melgaço, General Carneiro, Poxoréu e Rondonópolis no Estado de Mato Grosso. Este povo que caçava e colhia hoje vive da agricultura e da venda de artesanato.
Os Umotinas, um subgrupo Bororo, eram conhecidos como "barbados" pois usavam barbas, às vezes postiças feita de pêlos de macaco ou de cabelos de mulheres da tribo. Vivem na Área Indígena Umutina no município de Barra dos Bugres no Mato Grosso junto com os Paresi, Kayabi e Nambikwára.
Os Paresi viviam no planalto de Mato Grosso e por serem dóceis e pacíficos serviram de escravos aos bandeirantes. Trabalhavam na agricultura e fiavam algodão para a confecção de redes e tecidos. No início do século XX foram encontrados, ainda traumatizados pela violência de contatos anteriores, pelo Marechal Rondon que os levou para terras protegidas pôr suas tropas. Se tornando seus principais guias na região. Em 1990 segundo a FUNAI eram 900 índios.
Na maior reserva de Mato Grosso do Sul, ocupando uma área de 538.536 hectares no município de Porto Murtinho (fronteira com Paraguai), habitam três povos indígenas: os Kadiweu, os Terena e os Chamacoco, totalizando 1.265 pessoas. A reserva está localizada em termos ambientais, no ecossistema do Pantanal Mato-grossense e do chaco paraguaio. Os Kadiweu são descendentes dos guaikurus, índios cavaleiros que tiveram participação importante ao lado dos brasileiros na Guerra do Paraguai. Por serem agressivos dominaram outros povos do Chaco e do Pantanal, principalmente os terena que se dedicam à agricultura e os Chamacoco que vivem da caça e da pesca. Suas terras são reconhecidas pelo governo desde 1903. O principal conflito dessa comunidade indígena é a mesma de outras reservas, o interesse que o homem branco tem por suas terras para transformá-las em pasto de gado. O arrendamento das terras para os fazendeiros através da FUNAI, se tornou ao principal fonte de renda desse grupo indígena. Atualmente os maiores conflitos estão acontecendo entre os Kadiweu e os madeireiros clandestinos, que estão desmatando as áreas da reserva florestal.